O artigo analisa o casamento civil de PCD - pessoa com deficiência em ambiente hospitalar, com manifestação de vontade por tecnologia assistiva, à luz da LBI, do STJ e da psicologia.
Decisão do TRF-6 reconhece BPC/LOAS para criança com TEA, TDAH e TOD e explica como a avaliação biopsicossocial e a vulnerabilidade (renda e gastos) pesam na análise do Direito.
Este ensaio propõe uma visão sistêmica, sustentada no tripé da ética, governança e regulamentação, defendendo que, sem processos internos de controle, a norma legal torna-se letra morta.
A recuperação judicial suspende cobranças, não apaga o passado. Protestos e negativações permanecem até a aprovação do plano, quando a novação pode, enfim, limpar o nome - e não antes.
Neste artigo, critico a legislação por tratar mal a imprudência e incentivar ficções dolosas; proponho a TSI como método de prova, com critérios públicos e reclassificação sem atalhos.